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sexta-feira, 13 de novembro de 2015
terça-feira, 10 de novembro de 2015
segunda-feira, 9 de novembro de 2015
Entenda melhor o que é o Bullying
Bullying
não é qualquer agressão ou bate-boca, alerta especialista
Por Paulo Saldaña e Victor Vieira - O Estado de S.
Paulo
Expert em psicologia escolar da
PUC explica que, em geral, vítima se apresenta em condição de inferioridade em
relação a agressor
"Bullying" entrou de vez no vocabulário
dos brasileiros nos últimos anos, mas a palavra inglesa não se refere a
qualquer tipo de agressão ou bate-boca entre colegas. São classificadas com
esse termo as violências físicas ou psicológicas feitas sistematicamente contra
uma pessoa.
"No geral, a vítima se apresenta numa condição
de inferioridade em relação ao agressor", explica Marilda Pierro,
especialista em psicologia escolar da Pontifícia Universidade Católica de São
Paulo (PUC-SP). Para ela, outro erro é considerar o bullying um fenômeno à
parte, "desvinculado de outras formas de violência na sociedade".
De acordo com a especialista em bullying e doutora
em Educação Cleo Fante, é importante diferenciar o bullying de uma ação pontual
e também de brincadeiras que são próprias da idade. "O tema é novo e
ganhou muita visibilidade. Mas não podemos nem pensar em banalização, porque se
banaliza pode haver a legitimização por quem pratica e por quem sofre."
Cleo também ressalta que o fenômeno não pode ser confundido com casos, por
exemplo, de racismo no futebol.
O pesquisador Fábio Camilo da Silva, mestre em
avaliação psicológica, acaba de lançar uma ferramenta que se propõe identificar
possíveis vitimas ou autores de bullying dentro do ambiente escolar. A chamada
Escala de Avaliação do Bullying Escolar (EAB-E). "A gente criou escala
direcionada para profissionais da educação que pode ser utilizada pelo
coordenador, ou mesmo em outros ambientes. Em qualquer momento que tenha
reunião com intuito escolar, como aulas de balé", diz ele. A deia, segundo
ele, é que as crianças respondam ao conjunto de questões e, com base nisso,
sejam criados dados científicos que deem base para fazer interferências. Silva
lembra que, antigamente, a propagação de informações era diferente, o que
coloca atualmente a prática em outra dimensão. "Hoje as consequências são
maiores."
A prevenção e o combate ao bullying, de acordo com
Marilda Pierro, da PUC-SP, depende da aproximação correta dos professores.
"Como todo e qualquer ato reprovável socialmente, as agressões tendem a
ser camufladas", afirma. "Havendo confiança e proximidade entre
educadores e educandos, as coisas ficam mais fáceis", recomenda.
Situações de violência, na opinião da pesquisadora,
também podem se tornar oportunidades pedagógicas. "Se os conflitos não
forem evitados ou ignorados, é possível tratá-los como objeto de reflexões e
aprendizagem para a convivência respeitosa", aponta.
Famílias. Saber identificar é também um desafio para as
famílias. Uma publicitária de São Paulo que pediu anonimato diz que precisou de
muita conversa com a filha de 10 anos para perceber que era hora de ir até a
escola - uma das mais tradicionais da cidade. "Ela não achava a escola
mais interessante e fomos tentando entender o por quê. Aos poucos ela foi
falando que não se sentia mais à vontade de falar na sala porque sempre tiravam
sarro dela. E teve crises de choro". Antes que as gozações contínuas
evoluíssem, a mãe foi até a escola, que soube contornar a situação. "Em
uma viagem, a escola colocou no mesmo quarto minha filha exatamente com a menina
que mais a perseguia. Foi algo muito positivo", diz ela. "A minha
preocupação é mais relacionada à maneira como isso pode comprometer o
aprendizado."
sexta-feira, 6 de novembro de 2015
quinta-feira, 5 de novembro de 2015
quarta-feira, 4 de novembro de 2015
terça-feira, 3 de novembro de 2015
sexta-feira, 30 de outubro de 2015
quinta-feira, 29 de outubro de 2015
quarta-feira, 28 de outubro de 2015
terça-feira, 27 de outubro de 2015
O que é Literatura?
A literatura, como manifestação artística,
tem por finalidade recriar a realidade a partir da visão de determinado autor
(o artista), com base em seus sentimentos, seus pontos de vista e suas técnicas
narrativas. O que difere a literatura das outras manifestações é a
matéria-prima: a palavra que transforma a linguagem utilizada e seus meios de
expressão. Porém, não se pode pensar ingenuamente que literatura é um “texto”
publicado em um “livro”, porque sabemos que nem todo texto e nem todo livro
publicado são de caráter literário.
Logo, o que definiria um texto “literário” de outro que não possui
essa característica? Essa é uma questão que ainda gera discussão em diversos
meios, pois não há um critério formal para definir a literatura a não ser
quando contrastada com as demais manifestações artísticas (evidenciando sua
matéria-prima e o meio de divulgação) e textuais (evidenciando um texto
literário de outro não literário). Segundo José de Nicola (1998:24), o que
torna um texto literário é a função poética da linguagem que “ocorre quando a intenção do
emissor está voltada para a própria mensagem, com as palavras carregadas de
significado.” Além disso, Nicola enfatiza que não apenas o aspecto formal é
significativo na composição de uma obra literária, como também o seu conteúdo.
“O que é literatura?” é
antes de tudo uma pergunta histórica. O que conhecemos por literatura não era o
mesmo que se imaginava há, por exemplo, duzentos anos quando, na Europa, o
gênero literário “romance” começou a se desenvolver graças ao desenvolvimento
dos jornais, que possibilitou uma maior divulgação do gênero, mudando o que se
entendia a respeito do assunto. Se antes as “belas letras” eram compostas por
composições em verso que seguiam uma estrutura formal de acordo com critérios
estabelecidos desde a antiguidade, agora, com o advento e a popularização do
romance, a forma de se entender a literatura foi modificada e novos gêneros
textuais foram ganhando espaço. Exemplo disso, é que, no século XX houve a
atribuição de alguns gêneros considerados “menores” como cartas, biografias e
diários à categoria “literária”.
Um dos registros mais antigos que se tem acerca do tema deve-se a
Aristóteles, pensador grego que viveu entre 384 e 322 (A. C.). Aristóteles
elaborou um conjunto de anotações em que busca analisar as formas da arte e da
literatura de seu tempo. Para isso, o pensador elaborou a teoria de que a poesia
(gênero literário por excelência da época) era “técnica” aliada à “mimese”
(imitação), diferenciando os gêneros trágico e épico do cômico e satírico e,
por fim, do lírico. Segundo o filósofo, o que difere a arte literária,
representada pela poesia, dos textos investigativos em prosa é a qualidade
universal que a imitação permite. Ao imitar o que é diferente (épico e
tragédia), o que é inferior (comédia e sátira) e o que está próximo (lírico), o
artista cria a “fictio”, isto é, “ficção”, inventando histórias genéricas,
porém verossímeis.
Os escritos de Aristóteles são questionados nos dias de hoje, uma
vez que a literatura sofreu uma evolução sem precedentes nos últimos séculos,
aceitando novos gêneros e presenciando a criação de novos meios de veiculação,
como a internet. Todos esses fatores acabam “diluindo” a definição clássica de
literatura e gerando novas atribuições ao longo de seu desenvolvimento e
recepção.
Referências:
NICOLA,
José de. Literatura Brasileira: das origens aos nossos dias. São Paulo: Scipione,
1998.
segunda-feira, 26 de outubro de 2015
sexta-feira, 23 de outubro de 2015
quinta-feira, 22 de outubro de 2015
quarta-feira, 21 de outubro de 2015
terça-feira, 20 de outubro de 2015
segunda-feira, 19 de outubro de 2015
quinta-feira, 15 de outubro de 2015
15 de outubro: Dia do Professor
Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina.
(Cora Coralina)
(Cora Coralina)
terça-feira, 6 de outubro de 2015
segunda-feira, 5 de outubro de 2015
sexta-feira, 2 de outubro de 2015
quinta-feira, 1 de outubro de 2015
quarta-feira, 30 de setembro de 2015
terça-feira, 29 de setembro de 2015
20 Alimentos que acalmam
O que são
alimentos que acalmam? Muitos podem dizer que comer, independente do alimento
que
for, acalma, principalmente pessoas que sofrem de ansiedade e compulsão por
comida, mas isso não significa que todos os alimentos são calmantes. Existem
alguns que têm realmente propriedades e nutrientes que combatem o estresse,
desaceleram a adrenalina e promovem sensação de bem estar causando uma espécie
de anestesia emocional. Esse tipo de alimentos que acalmam pode gerar uma
sensação temporária de tranquilidade, mas é uma solução que desaparece
rapidamente. Acompanhe a lista dos principais alimentos que
acalmam abaixo!
1. Aspargos
Aspargos
são alimentos extremamente consumidos na alta gastronomia, servidos
principalmente em entradas ou como acompanhamentos, mas provavelmente você não
sabia que eles podem trazer benefícios para o seu humor, acalmando os ânimos
não é mesmo? Pois então, a presença de ácido fólico é essencial
para manter a calma e está
presente nos aspargos. Fica excelente preparado no vapor e adicionado a
saladas, bem como grelhados para dar crocância ao prato.
2.
Abacate
Estas
frutas cremosas podem trazer muito bem estar ao seu corpo. Rico em glutationa, uma
substância que bloqueia especificamente a absorção intestinal de certas
gorduras que
causam lesões oxidativas, abacates também contêm luteína, betacaroteno,
vitamina E e ácido fólico mais do que qualquer outra fruta, e por isso também
são alimentos que acalmam. Em um quarto de um abacate existe também uma abundância
de vitaminas do complexo B. Entretanto, tem alta taxa de gordura, sendo
portanto calórico, por isso, deve ser consumido em quantidades reduzidas para
não interferir na dieta.
3.
Mirtilos
Mirtilos
têm alguns dos mais altos níveis de um antioxidante conhecido como antocianina,
que tem sido relacionado a todos os tipos de resultados positivos para a saúde,
incluindo a cognição nítida. Mas no geral, todas as frutas vermelhas são
alimentos que acalmam, incluindo morangos, framboesas e amoras, pois são ricas
em vitamina C, que já foi comprovado que pode ser útil no combate ao estresse.
Pesquisadores
alemães selecionam 120 pessoas para dar um discurso, em seguida, fazer
problemas de matemática complexos. Aqueles que tinham ingerido vitamina C
apresentaram menor pressão arterial e níveis mais baixos de cortisol após as
atividades de estresse. Os mirtilos substituem qualquer outra fruta na dieta e
podem ser consumidos de diferentes formas.
4.
Castanha de caju
As
castanhas são excelentes lanches e têm um sabor salgado e textura crocante.
Para aqueles que tentam perder peso, as castanhas são uma combinação potente,
pois satisfazem os níveis de proteína e gordura, mas deve-se ingerir em
pequenas quantidades pois são ricos em calorias. A castanha de caju é especialmente
uma boa fonte de zinco. Os baixos níveis de zinco têm sido associados à
ansiedade e à depressão. E sabe-se que o corpo não consegue armazenar zinco,
por isso é importante obter as quantidades necessárias através da alimentação e
as castanhas podem suprir essa necessidade no lanche da manhã ou tarde ou
picados sobre pratos principais e saladas.
5. Chá de
camomila
Este é
provavelmente um dos melhores alimentos que acalmam, além de mais conhecidos
por essa propriedade popularmente. O chá de camomila é frequentemente indicado
para pessoas que sofrem de insônia antes de dormir, justamente por suas
propriedades calmantes e antiestresse.
Um estudo
da Universidade da Pensilvânia testou os suplementos de camomila em 57
participantes com transtorno de ansiedade generalizada durante 8 semanas e
descobriu-se que levou a uma queda significativa nos sintomas de ansiedade.
Apesar da pesquisa ter sido realizada com suplementos de camomila, a ingestão
do chá quente ou frio tem o mesmo efeito e é muito mais saboroso. De acordo com
a Universidade de Maryland Medical Center, a camomila, por interferir nos
nervos calmantes, também promove o sono. Procure ingerir uma xícara sempre
antes de dormir.
6.
Chocolate amargo
Além da
presença de antioxidantes que tornam o chocolate amargo um dos melhores
alimentos que combatem problemas cardiovasculares, ele tem também uma ligação
direta com o humor. Um estudo recente realizado na Universidade da Califórnia,
em San Diego relata que tanto as mulheres como os homens comem mais chocolate
quando os sintomas depressivos aumentam.
O
chocolate amargo, em particular, é conhecido por reduzir a pressão arterial,
trazendo uma sensação de calma. Ele contém mais polifenois e flavonoides e dois
tipos importantes de antioxidantes do que alguns sucos de frutas. Você pode
ingerir com parcimônia o chocolate escuro como um lanche uma vez por semana sem
interferir na perda de peso.
7. Alho
Como
muitas plantas, o alho é rico em antioxidantes poderosos. Estes produtos
químicos neutralizam os radicais livres (partículas que danificam as células,
causam doenças e aceleram o envelhecimento) e podem reduzir ou até mesmo ajudar
a prevenir alguns dos danos que os radicais livres causam ao longo do tempo.
Entre os compostos presentes no alho está a alicina, que tem sido associada ao
combate a doenças cardíacas câncer e até mesmo o resfriado comum. Devido ao
fato do estresse enfraquecer o sistema imunológico, as pessoas precisam de alho
para fortalecer a defesa do corpo. O interessante do alho é que ele pode ser
refogado em quase todos os pratos principais, sendo uma excelente opção de
tempero, dando mais sabor aos pratos.
8. Chá
verde
Além de
ser rico em cafeína (até mais do que o café), o chá verde também tem um
aminoácido chamado teanina. Pesquisadores da Universidade de Illinois afirmam
que além de proteger contra alguns tipos de câncer, este alimento é um
impulsionador do cérebro, melhorando o desempenho mental e gerando calma e bem
estar. Também é utilizado como um aliado no emagrecimento, por seu efeito
termogênico que acelera o metabolismo e bloqueia as células de gordura. Por isso indica-se a ingestão
de dois copos por dia, preferencialmente entre uma refeição e outra.
9.
Farinha de aveia
Trata-se
de um carboidrato complexo que ajuda o cérebro a produzir serotonina, uma
substância química relacionada à sensação de bem estar. Não só a serotonina tem
propriedades antioxidantes, mas também promove uma sensação calmante que ajuda
a superar o estresse.
Estudos
têm demonstrado que as crianças que consomem mingau de aveia no café da manhã
ficam mais calmas durante toda a manhã. A presença do betaglucano, um tipo de
fibra solúvel encontrada na aveia, ajuda a promover mais saciedade do que
outros cereais integrais. É ideal para ser consumido no café da manhã para
começar bem o dia.
10.
Ostras
Para você
que acreditava que o único poder da ostra era o aspecto afrodisíaco, você está
muito enganado. As ostras são alimentos que acalmam, ricas em zinco; em seis
ostras, que é a quantidade geralmente servida em um restaurante como aperitivo,
há mais de metade da ingestão diária recomendada deste importante mineral.
Ficam deliciosos com gelo e um pouco de limão.
11.
Laranjas
Outra
grande fonte de vitamina C são as laranjas, além de serem refrescantes e
deliciosas. A vitamina C tem função fundamental no fortalecimento do sistema
imunológico, que está associado a uma sensação maior de bem estar. São alimentos
que acalmam mais práticos, que podem ser carregados nas bolsas, uma vez
que a casca protege contra sujeiras e outras interferências externas. O suco de
laranja pode ser também um importante calmante.
12. Nozes
O sabor
doce das nozes é realmente agradável e já foi comprovado que podem ajudar a
melhorar as funções cognitivas. Eles contêm ácido alfa-linolénico, um ácido
graxo essencial ômega-3, e outros polifenois que ajudam a impedir a perda de
memória. Pesquisadores da Universidade de Tufts descobriram que os animais que
ingeriram nozes conseguiram reverter alguns sinais de envelhecimento do
cérebro. Pode ser ingerido nos intervalos entre as refeições ou picados nos
pratos.
13. Peixe
O peixe é
um dos melhores alimentos que acalmam para ingerir em suas refeições
principais. O peixe é um super alimento nutricional por muitas razões,
que servem para ajudar a reduzir drasticamente a ansiedade. O peixe é rico
em proteínas e vitaminas do complexo B, que inibem a tensão, mas também é rico
em ácidos graxos, que diminuem as chances de doença cardiovascular, ajudam na
regulação do açúcar no sangue e previnem e tratam a depressão.
O peixe é
também uma fonte rica de magnésio, um mineral que ajuda na função do
sistema nervoso e promove o relaxamento. O melhor de tudo é que o peixe é uma
das melhores fontes de
triptofano, um
aminoácido encontrado em certos alimentos que reduz os hormônios do estresse no
corpo e proporciona uma sensação de calma, ao mesmo tempo, mantendo-o alerta
sem o nervosismo. Uma deficiência em triptofano tem sido associada a ansiedade,
depressão e hipertensão arterial, juntamente com perturbações do humor.
O peixe
também é fácil de digerir e uma fantástica fonte de proteína magra, tornando-se
um alimento maravilhoso para consumir sem comprometer a dieta. Para mantê-lo
saudável, certifique-se de escolher peixes selvagens ao longo de criação e
optar por opções grelhadas.
14.
Iogurte grego
Realmente
não há como negar os benefícios do iogurte grego, especialmente o tipo sem
açúcar simples. Iogurte grego é livre de gordura, contém quase 22 gramas de
proteína em 170 gramas e apenas cerca de 120 calorias. Melhor do que isso, ele
faz parte dos alimentos que acalmam reduzindo a ansiedade por diminuir a
pressão arterial e fornecendo uma quantidade saudável de vitaminas B6 e B12.
Iogurte
grego também é rico em magnésio, cálcio, potássio e proteína, componentes que
combatem a ansiedade muito rapidamente. Misture o iogurte grego com um pouco de
canela e mel e satisfaça sua compulsão por doce com um alimento nutritivo e
naturalmente calmante.
15.
Amêndoas
As
amêndoas são uma excelente fonte de vitamina E, magnésio, fibras, potássio,
manganês, proteínas vegetais e gorduras saudáveis, o que ajuda a combater o
nervosismo e satisfazer as necessidades de alimentos energéticos. Sua gordura
também ajuda a manter o corpo completo e saciado e sua fibra retarda os níveis
de açúcar no sangue.
Opte por
amêndoas cruas ou torradas e evite as variedades salgadas, pois o sódio pode
contribuir para a aumentar a pressão arterial, o que realmente induz a
ansiedade e traz outros problemas de saúde.
16.
Espinafre
Espinafre
pode ser um dos alimentos que você menos quer comer quando está estressado,
porém, é um dos melhores alimentos que acalmam dentre os outros da lista.
Ele é rico em magnésio, que é um dos
melhores minerais que ajudam a prevenir e tratar a ansiedade. O magnésio ajuda a regular os
níveis de cortisol e promove sensação de bem estar. Uma simples xícara de
espinafre fornece 40% de sua cota diária de magnésio, mais 5 gramas de
proteína. Espinafre também é rico na vitamina B, que se converte em ácido
fólico. Pode ser integrado em omeletes, saladas e recheios de tortas e empadas.
17. Peru
O peru é
um alimento potente no combate à ansiedade e estresse. Isso porque é uma das
melhores fontes de triptofano, que está associado à sensação de sonolência e
relaxamento. O peru causa uma sensação de calma após ser ingerido devido à
elevada quantidade de triptofano que ele contém. A proteína magra, no entanto,
irá mantê-lo alerta e acordado, enquanto o teor de triptofano tem a função de
torná-lo mais relaxado.
O peru é
importante para os hormônios e metabolismo, por isso certifique-se de escolher
versões sem hormônios, orgânicos e com baixo teor de sódio (evitando os
processados). Os níveis de sódio elevados realmente contribuem para aumentar a
pressão arterial, o que induz a ansiedade.
18.
Maracujá
O
maracujá tem efeitos calmantes, mas não necessariamente a fruta. As
propriedades calmantes são encontradas na planta, que contém alcaloides e
flavonoides que são substâncias que combatem a depressão no sistema nervoso
central que estão relacionadas à sensibilidade e consciência. O chá da planta
de maracujá pode atuar como analgésico e relaxante muscular, ajudando a
controlar a ansiedade, reduzindo estresse, fadiga e insônia. Além disso, ainda
ajuda a combater a asma e outras doenças relacionadas à respiração e melhoram a
circulação sanguínea, o que evita dores de cabeça e cólicas.
19. Leite
Você
provavelmente faz ou conhece alguém que bebe leite antes de dormir. Essa
tradição realmente tem a ver com os efeitos do leite no organismo, que ajuda a
relaxar e proporcionar um sono mais tranquilo. De acordo com um estudo
publicado no British Food Journal, o leite contém fosfolipídios que atuam
diretamente no humor, na função cognitiva combatendo o estresse e ajudando o
corpo a relaxar.
Em uma
pesquisa realizada com um grupo de 46 pessoas por três semanas consecutivas, na
Alemanha, descobriu-se que a ingestão diária de fosfolipídios (presentes no
leite) ajuda a melhorar a memória e aumentar a capacidade psicológica e
endócrina de lidar com o estresse.
20.
Grass-feed (carne alimentada com capim)
Carnes
alimentados com capim não são apenas as melhores para o planeta, também são as
melhores para as pessoas. Esse tipo de carne tem mais antioxidante, incluindo
vitaminas C e E e betacaroteno, do que carne alimentadas com grãos, além de não
terem hormônios adicionados, antibióticos ou outras drogas prejudiciais à
saúde. E, embora
seja mais baixa em gorduras, em geral, a grass-feed tem duas a quatro vezes
mais ômega-3. Um estudo publicado no British Journal of Nutrition descobriu que
voluntários saudáveis que consumiram carne alimentada com capim aumentaram
seus níveis sanguíneos de ômega-3 e diminuiram os níveis de ômega-6, ácidos
graxos que têm efeito inflamatório. Estas alterações têm sido associadas
a um risco mais baixo de uma variedade de distúrbios, incluindo o câncer,
doenças cardiovasculares, depressão e doença inflamatória. Carne alimentadas
com capim são mais caras, mas valem a pena pelos benefícios que promovem.
segunda-feira, 28 de setembro de 2015
Os bons e maus conselhos de Stephen King para jovens autores
Regras apresentadas por Stephen King¹ a esses aprendizes
de escritor:
1) Escreva para si próprio; só depois pense no
leitor.
Com base no que tenho lido da nossa recente produção literária, esta regra é seguida à risca. Um traço distintivo de boa parte da ficção contemporânea brasileira é escrever para si mesmo – ou, no máximo, para os coleguinhas. Ou seja, busca-se, quando muito, o reconhecimento dos pares, não do leitor. “Escritores precisam olhar para si próprios”, escreve Stephen King. Acho que este é um mau conselho, pois contribui para gerar autores autocomplacentes e pouco preocupados em agradar ao leitor, movidos pela convicção de que literatura é egotrip, e de que suas angústias pessoas bastam para render um bom romance;
2)
Cuide bem do começo do livro. Escreva uma palavra de cada vez.
“A primeira linha deve convidar o leitor a entrar na história. (...) Quer se trate de uma pequena história de uma página, ou de uma epopeia como ‘O Senhor dos Anéis’, o trabalho é sempre feito uma palavra de cada vez.” Certíssimo. A boa literatura se faz com palavras, não com bons sentimentos ou boas intenções. A boa literatura é artesanato e cuidado com os detalhes: cada sentença tem que cumprir sua função. Muito do que se publica hoje no Brasil, mesmo quando é bom, tem cara de rascunho escrito às pressas. Romances são lançados antes de estarem prontos. Escritores são cultuados antes de estarem maduros.
3) Pare
de ver televisão; em vez disso, leia o quanto for possível.
Para mim, pessoalmente, tem sido mais estimulante e útil, do ponto de vista criativo, assistir a séries como “Mad Men” e “True Detective” – ou a brasileira “Magnífica 70” – do que ler romances contemporâneos. A TV é hoje o lugar onde as narrativas avançam, onde a estrutura e a linguagem são levadas a sério, onde existe preocupação com o resultado e onde são produzidas obras para adultos, não somente em termos da força do conteúdo, mas também por tratar de questões emocionais e existenciais profundas. Para quem quer aprender a escrever bem, ver cada vez mais TV pode ser muito útil, basta escolher bem o quê assistir.
4) Não utilize a voz passiva. Evite os
advérbios. Fazer parágrafos.
Não se deve menosprezar esse tipo de conselhos técnicos, ainda mais vindo de um autor que vende milhões de exemplares de seus livros. Muitos jovens autores começam querendo reinventar a roda antes de entender a função e os efeitos das normas e das convenções da língua. Stephen King acerta quando diz: “Os escritores tímidos gostam da voz passiva pela mesma razão que os amantes tímidos gostam dos parceiros passivos. A voz passiva não corre riscos”; ou “Os advérbios não são seus amigos”; ou ainda: “Os parágrafos são tão importantes no plano visual como no plano do significado”. Correto (aliás, tentei evitar o uso de advérbios nesta resenha!)
5) Não
tente roubar a voz de outra pessoa.
“Quando você tenta imitar o estilo de outro escritor, não produz nada além de imitações pálidas. Você nunca deve tentar reproduzir a maneira como alguém se sente e experimenta algo”. Certo de novo. Os jovens escritores costumam cair na armadilha de imitar Guimarães Rosa, ou Clarice Lispector ou Rubem Fonseca – ou, em outro nicho, a pior literatura açucarada – e nunca encontram a própria voz. Estilo não se copia.
6) Não há como
transformar um escritor ruim em um escritor bom, mas há como transformar um
escritor razoável em um escritor melhor.
¹ Stephen Edwin King é um escritor norte americano, conhecido por seus livros do gênero de horror/terror que foram traduzidos para mais de 40 idiomas e muitos foram para as telas do cinema, como por exemplo, "À Espera de um Milagre", "Conta Comigo", "Um Sonho de Liberdade", "O Iluminado" e outros.
Stephen King é formado em Inglês, pela Universidade do Maine, e ensinou durante muitos anos inglês na Academia Hampden em Hampden, Maine.
sexta-feira, 25 de setembro de 2015
UM OBRIGADO POR DIA, NEM SABE O BEM QUE LHE FAZIA.
Obrigado
(a), uma simples palavra com um poder tão grande. Não admira que seja uma das
primeiras palavras que os livros turísticos sugerem que aprendamos. A gratidão
injeta energia positiva na sociedade. Quando pronunciamos esta expressão, seja
em que língua for, oferecemos cortesia, respeito, reconhecimento, satisfação
aos que conosco se cruzam.
Agradecer
o que de bom nos acontece na nossa vida e no nosso dia-a-dia traz também uma
boa dose de energia positiva para a nossa existência, ajudando-nos a passar
mais facilmente pelos momentos difíceis da vida.
A
gratidão é uma emoção que só há cerca de uma década tem sido estudada
cientificamente. De acordo com os estudos que têm vindo a ser conduzidos, a
prática da gratidão pode aumentar em cerca de 25% os níveis de felicidade, ao
ajudar a controlar os níveis de bem-estar. Dois psicólogos, Michael McCollough
e Robert Emmons, levaram a cabo uma investigação na qual algumas centenas de
pessoas foram divididas em três grupos, e todos os participantes tinham que
fazer registos em diários. Durante três semanas, os participantes de um dos
grupos tinham que registar eventos que haviam ocorrido durante o dia, sem que
lhes tenha sido dito especificamente para escreverem sobre coisas boas ou más;
o segundo grupo registava experiências negativas; e o terceiro grupo foi
instruído para fazer uma lista diária de coisas pelas quais se sentiam
agradecidos. Os resultados da investigação indicam que praticar exercícios
diários de gratidão resulta em níveis mais elevados de alerta, entusiasmo,
determinação, otimismo e energia. Os participantes do terceiro grupo revelaram
ainda ter experienciado menos depressão e stress, estavam mais predispostos a
ajudar os outros, praticavam exercício com mais regularidade, e foram mais
bem-sucedidos na aquisição de objetivos pessoais. Os efeitos mantinham-se seis
meses depois.
Mas
como é que agradecer pode provocar tudo isto em nós? A relação entre
pensamentos, química cerebral, humor, função endócrina, e funcionamento de
outros sistemas fisiológicos no nosso corpo é demasiado complexa para nos
debruçarmos sobre ela neste artigo. Contudo, os pensamentos podem realmente
despoletar mudanças fisiológicas que afetam a nossa saúde física e psíquica. O
que pensamos afeta a forma como nos sentimos (emocionalmente e fisicamente).
Portanto, ao aumentar os pensamentos positivos, podemos aumentar o bem-estar.
Podemos
treinar e aumentar a nossa experiência e expressão de gratidão através, por
exemplo, de uma tarefa muito simples que consiste em escrever um “Diário de
Gratidão”. Os diários de gratidão podem assumir várias formas, mas uma maneira
de o fazer é escrever todos os dias antes de dormir uma coisa (pelo menos,
podem ser várias) pela qual se tenha sentido grato (a) nesse dia. Pode ser um
evento que tenha acontecido nesse dia, alguma coisa que tenha sentido, ou
alguém na sua vida que tenha tido um impacto positivo em si. Não precisam ser
coisas extraordinárias!
Podem
ser coisas pequenas: um chocolate delicioso que comeu um elogio que um amigo
lhe fez, um duche quente que o deixou relaxado, etc. Facilmente tomamos estes
pequenos prazeres como garantidos, damos-lhes pouco valor. Aprender a agradecer
cada pequena coisa que nos é dada altera o foco das coisas que faltam na nossa
vida, para a abundância de coisas que já temos presentes. A gratidão torna as
pessoas mais felizes e mais resilientes, fortalece as relações entre as
pessoas, promove a saúde e reduz o stress.
Como
diz Robert Emmons, a gratidão funciona como “um sistema imunitário psicológico
que nos torna à prova-de-bala em tempos de crise”. A vida não é um mar de rosas
e é difícil sentirmo-nos gratos quando algo mal nos acontece, mas ter uma
espécie de conta bancária, uma reserva de coisas boas e a capacidade de nós
reforçarmos nelas ajudam-nos a superar melhor os momentos maus.
Ana Margarida Marcão.
Fonte: http://www.profdoni.pro.br/home/index.php/menu-principal/textos-educativos/567-um-obrigado-por-dia-nem-sabe-o-bem-que-lhe-faziaAna Margarida Marcão.
quarta-feira, 23 de setembro de 2015
terça-feira, 22 de setembro de 2015
Saiba a importância do alongamento antes e depois do exercício físico
O alongamento devolve à
musculatura o tamanho normal dela, além de melhorar a postura, a circulação
local e prevenindo o corpo de algumas lesões.
Deste modo, alongar-se é extremamente importante antes
e depois de qualquer atividade física, trazendo inúmeros benefícios
à saúde e até mesmo ao desempenho no exercício.
Antes do exercício físico, o alongamento serve,
principalmente, como um fator de prevenção contra lesões musculares durante
a atividade, é uma forma de preparar o corpo para se exercitar,
deixando-o mais flexível e ampliando seus movimentos. Depois
do exercício, sua função é relaxar a musculatura,
evitando as dores posteriores à atividade.
Qualquer pessoa pode realizar alongamentos, independente da
idade ou condicionamento físico. O que irá variar é a intensidade,
uma pessoa sedentária irá começar com exercícios mais
leves e, com o tempo, a intensidade vai aumentando
gradativamente. Atletas de alto rendimento já conseguem
fazer alongamentos mais rigorosos, pois seu corpo está
acostumado a isso.
O alongamento é uma atividade simples de ser realizada,
pode ser feito em qualquer lugar, qualquer hora e não tem nenhum custo.
É importante o auxílio de um profissional para ensinar e ajudar na
execução dos exercícios, quando se está começando a alongar. Depois
que você já souber passo a passo cada exercício, estes poderão ser
realizados em casa mesmo. Mas cuidado, qualquer alteração na intensidade deve
ser orientada.
Alguns benefícios que o alongamento proporciona são:
Alguns benefícios que o alongamento proporciona são:
- Reduz o risco de lesões musculares ou entorses
articulares (torcicolos, câimbras, etc.).
- Reduz as tensões musculares,
relaxando a musculatura.
- Aumento da flexibilidade e amplitude dos movimentos,
melhorando o desempenho esportivo.
- Torna mais fáceis algumas atividades físicas desgastantes,
como corrida, natação, etc., preparando a
musculatura para o exercício.
- Reduz o encurtamento muscular.
- Melhora a circulação sanguínea,
prevenindo contra problemas articulares nos braços, pernas ou costas.
- Melhora a coordenação motora.
- Previne contra problemas
posturais.
- Auxilia no relaxamento mental, diminuindo o estresse.
- Contribui para a cicatrização óssea,
em casos de fratura.
- Desenvolve a propriocepção (consciência
corporal), à medida que a pessoa concentra-se na parte que está sendo
alongada.
- Reduz as cólicas menstruais,
nas mulheres.
- Ajuda no aquecimento, à medida que eleva a temperatura corporal.
O alongamento deve ser feito lentamente. Deve-se tentar relaxar durante
a sua prática. Encontre uma posição confortável e sustente-a para relaxar
o músculo, permaneça nessa posição entre 10 e 30 segundos, depois,
passe para o outro exercício. É importante também, manter a respiração de
forma lenta e controlada.
Para a melhor eficiência dos alongamentos, deve-se seguir
uma ordem dos exercícios: dos membros superiores para
os membros inferiores e do centro para as extremidades.
Começa-se pelos músculos que são os principais responsáveis
pelo movimento, chamados de músculos primários, são eles:
os peitorais, os músculos superiores das costas,
os glúteos e os posteriores das coxas. A seguir,
passa-se para os chamados secundários, aqueles que participam do movimento de
forma mais branda:bíceps (dos braços e pernas), e os músculos que
envolvem as mão, pés e dedos.
O alongamento não necessariamente deve estar ligado a
alguma atividade física, pode fazer parte da rotina: ao
levantar-se, no meio do trabalho, ou em qualquer momento em que sentir a
necessidade de relaxar os músculos.
Então, comece a alongar-se agora mesmo!
Quadro de alongamentos
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